Historial
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1994/1995 Ponte Frielas
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1995/1996 Ponte Frielas
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1996/1997 Ponte Frielas
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1997/1998 Benfica
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1998/1999 Loures
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Hugo Miguel
Carolo da Silva
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1999/2000 Loures
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13-06-1985
(26 anos)
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2000/2001 Loures
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Avançado
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2001/2002 Alverca
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Número 4
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2002/2003 Alverca
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2003/2004 Alverca
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2004/2005 Alverca
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2005/2006 Rio Maior
Mafra
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2006/2007 Carregado
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2007/2008 Carregado
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2008/2009 Atlético CP
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2009/2010 Oriental
Atlético CP
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2010/2011 Carregado
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2011/2012 P. Pinheiro
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"O meu sonho é subir e continuar a jogar na Segunda B"
Hugo da Silva, mais conhecido por Carolo, é o número 4 do Pêro Pinheiro e avançado habitualmente titular.
A sua carreira começou no Ponte Frielas quando tinha apenas 5 anos, muito por incentivo dos seus pais, mas também por ser o que mais fazia com os amigos, naquela altura, "jogava futebol na rua". Depois de 4 épocas no clube, Carolo foi chamado à selecção de Loures, pelo torneio da Pontinha, o qual lhe permitiu, nesse ano, ingressar pelo Benfica. No entanto, esta foi uma experiência que "não correu muito bem", disse o jogador, pois, na altura, as equipas funcionavam por idades, distribuindo-se pela equipa A ou B. Com Vale e Azevedo à frente do Clube, as equipas B terminaram e, Hugo ficou sem grupo. Depois disto, "o Benfica quis emprestar-me, mas eu preferi ir para o Clube da minha terra, o Loures", explicou o atleta. Mais 3 anos de formação no Loures, levaram Carolo ao Alverca, no qual acabou a formação e fez o seu primeiro ano de Sénior, marcante para o jogador que nessa época subiu à Segunda Liga.
Em Sénior, o avançado passou por vários clubes, e o momento mais triste da sua carreira, até agora, foi no Atlético CP: "tive duas lesões seguidas no joelho e, fiquei um ano e meio parado", revelou. No primeiro ano no Atlético, com vontade de chegar mais longe no mundo do futebol, Carolo, no primeiro jogo da época, contraiu uma rotura de ligamentos, e só voltou aos relvados quando faltavam 5 jogos para essa época acabar. No ano seguinte, o treinador António Pereira, agora no Torreense, quis que o jogador continuasse no Atlético, mas no início da época o joelho de Carolo voltou a ceder. Agora, ultrapassado esse momento difícil, o jogador dá "graças a Deus por não ter tido mais lesões", mas o joelho é sempre um osso duro de roer ...
Mas como a sua carreira foi, e ainda é, muito mais do que isso, o jogador recorda como momentos mais felizes a ida à Selecção Nacional sub-19 e sub-20, e a subida à segunda liga, logo no primeiro ano de Sénior. "Consegui evoluir como jogador e como pessoa também, porque é outro patamar, temos de ser mais responsáveis", constatou Hugo.
Hoje, com 26 anos, Carolo está no Pêro Pinheiro, vindo do Carregado com o seu colega Tópê. Pela primeira vez no Clube, e pela segunda vez a jogar na 3ª Divisão, "a experiência está a ser boa, espero subir para a Segunda B, como aconteceu no Carregado", disse o jogador.
Em relação aos colegas, o avançado salientou que são "malta jovem" com potencial para chegar mais longe, basta acreditarem em si próprios e aprenderem com os mais velhos.
A maior qualidade da sua equipa, segundo ele, é o espírito crítico que existe entre os colegas. "Nós estamos sempre uns a puxar pelos outros, falamos e conseguimos, não só dentro de campo, mas também fora, superar as coisas menos positivas que fizemos no Domingo", afirmou. Para além do bom espírito da equipa, a forma como são sinceros uns com os outros ajuda a que cada um possa evoluir e tornar-se um pouco melhor todos os dias, disse Carolo, como sendo os grandes trunfos dos seniores do Clube de Pedra.
O futebol para Hugo já foi encarado de várias formas. Quando estava na Selecção Nacional, os sonhos do jogador eram ambiciosos e continuar a subir era o seu principal objectivo. Mas depois das duas lesões no joelho lhe terem batido à porta e de ter sido pai, esses sonhos reduziram dimensão e Carolo passou a enfrentar a modalidade como parte da sua vida, numa perspectiva amadora. A estabilidade e a procura de um emprego com mais horizontes futuros passaram a ser sua prioridade. O avançado optou por trabalhar durante o dia e treinar à noite, só assim poderia ter o equilíbrio desejado. "A partir daí o futebol só podia ser um part-time para mim", revelou. Neste momento desempregado, o propósito é voltar a trabalhar e conciliar com a paixão pelo futebol.
Numa perspectiva futura de 5 anos, o atleta acha que já não jogará à bola devido ao "desgaste das cartilagens do joelho", já fragilizado pelas duas roturas de ligamentos que teve, e, segundo o seu médico, apenas poderá continuar neste mundo por mais dois anos.
Com este "obstáculo" na mente, Hugo Carolo quer subir de Divisão este ano e acrescentou:" Vamos conseguir de certeza, confio nos meus companheiros de equipa". Para os anos que ainda lhe restam como jogador pretende "continuar na Segunda B, já seria óptimo", disse.
Mais 1 ou 2 anos, no máximo, e o futebol fará parte de um capítulo da sua vida que ficará para trás, pois "o futebol já não é o que era, não vale a pena nos iludirmos", confessou.
A maior qualidade da sua equipa, segundo ele, é o espírito crítico que existe entre os colegas. "Nós estamos sempre uns a puxar pelos outros, falamos e conseguimos, não só dentro de campo, mas também fora, superar as coisas menos positivas que fizemos no Domingo", afirmou. Para além do bom espírito da equipa, a forma como são sinceros uns com os outros ajuda a que cada um possa evoluir e tornar-se um pouco melhor todos os dias, disse Carolo, como sendo os grandes trunfos dos seniores do Clube de Pedra.
O futebol para Hugo já foi encarado de várias formas. Quando estava na Selecção Nacional, os sonhos do jogador eram ambiciosos e continuar a subir era o seu principal objectivo. Mas depois das duas lesões no joelho lhe terem batido à porta e de ter sido pai, esses sonhos reduziram dimensão e Carolo passou a enfrentar a modalidade como parte da sua vida, numa perspectiva amadora. A estabilidade e a procura de um emprego com mais horizontes futuros passaram a ser sua prioridade. O avançado optou por trabalhar durante o dia e treinar à noite, só assim poderia ter o equilíbrio desejado. "A partir daí o futebol só podia ser um part-time para mim", revelou. Neste momento desempregado, o propósito é voltar a trabalhar e conciliar com a paixão pelo futebol.
Numa perspectiva futura de 5 anos, o atleta acha que já não jogará à bola devido ao "desgaste das cartilagens do joelho", já fragilizado pelas duas roturas de ligamentos que teve, e, segundo o seu médico, apenas poderá continuar neste mundo por mais dois anos.
Com este "obstáculo" na mente, Hugo Carolo quer subir de Divisão este ano e acrescentou:" Vamos conseguir de certeza, confio nos meus companheiros de equipa". Para os anos que ainda lhe restam como jogador pretende "continuar na Segunda B, já seria óptimo", disse.
Mais 1 ou 2 anos, no máximo, e o futebol fará parte de um capítulo da sua vida que ficará para trás, pois "o futebol já não é o que era, não vale a pena nos iludirmos", confessou.
Historial
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2005/2006 Oeiras
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Nuno Miguel
Rodrigues Almeida
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2006/2007 1º Dezembro
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12-02-1980
(32 anos)
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2007/2008 Oeiras
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Avançado
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2008/2009 1º Dezembro
Sp. Lourel
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Número 9
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2009/2010 1º Dezembro
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2010/2011 A.Charneca
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2011/2012 P. Pinheiro
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"A distracção é o nosso maior defeito"
Desde os 5 anos que Nuno Almeida é federado no futebol. Passou por todos as suas sub-modalidades, desde o futebol 5, 7 ,salão, e só depois chegou ao futebol onze no qual ficou até hoje. O seu primeiro clube foi o Desportivo de Belas, e foi aí que fez todos os escalões de formação.
Depois de uma época no Associação Charneca, o jogador veio para o Pêro Pinheiro, dado "o projecto engraçado que o clube tinha para esta época, as suas boas condições, e o facto de eu conhecer vários jogadores que já cá estavam", disse.
Segundo Nuno, a sua equipa tem todas as condições para subir de Divisão este ano, e prova disso foi a primeira fase de jogos, em que o CAPP foi a equipa que menos derrotas teve, "isso demonstra alguma qualidade nossa", afirmou o número 9.
A maior virtude do grupo com quem partilha o balneário, actualmente, no seu ponto de visto, não é uma, mas várias. Para além da "raça" e da "força" do conjunto, a nível técnico "somos das melhores equipas a disputar este liga", acredita o avançado.
A distracção, para ele, é aquilo que mais prejudica a equipa, principalmente quando esta está a ganhar. "Ganhamos confiança a mais e quando damos por nós somos traídos por isso", foi o que Nuno apontou como causa, por exemplo, para os últimos jogos em que o Pêro Pinheiro não tem conseguido conquistar os 3 pontos.
"Eu não vou dizer que o futebol é tudo para mim, porque isso é a minha mulher, o meu filho e a minha mãe, mas é a seguir, a seguir a essas pessoas é aquilo de que mais gosto", falou Nuno da importância do futebol para si. E aí percebemos, desde logo, que aquilo que o atleta faz, faz com muito gosto. A trabalhar e a praticar futebol, o jogador disse ser fácil conciliar tudo, pois o gosto é superior a qualquer dificuldade.
Para o avançado, não existem partidas difíceis, mas a pressão nunca foi mal que o afectasse. E talvez o maior indicador disso, seja o facto de ele ser o melhor marcador da equipa, com 17 golos concretizados e uma excelente finalização. Exemplo disso foi este golo, marcado por ele, no primeiro jogo da época contra o Real:
Agora com 32 anos, Nuno Almeida ambiciona subir este ano de Divisão, pois seria um facto histórico, não só para o Clube de Pedra, mas também para si, que nunca esteve nesse patamar antes.
Quando reportado para daqui a 3 anos, o jogador disse: "estarei, provavelmente no sofá, a ver a bola na televisão", riu. Nessa altura, o atleta terá 35 anos e a vontade acrescida de dar mais importância à família, que "é o mais importante", para ele, para além de, com essa idade, o futebol já se tornar um "obstáculo um pouco doloroso", constatou o "faz golos" do CAPP.
Historial
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1999/2000 Casa Pia
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2000/2001 Casa Pia
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2001/2002 Casa Pia
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Geraldino Sousa
Pinto Marques
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2002/2003 Casa Pia
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11-06-1980
(31 anos)
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2003/2004 1º Dezembro
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Médio
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2004/2005 1º Dezembro
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Número 17
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2005/2006 1º Dezembro
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2006/2007 1º Dezembro
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2007/2008 Oeiras
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2008/2009 Oeiras
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2009/2010 Oeiras
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2010/2011 Oeiras
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2011/2012 P.Pinheiro
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"Nós somos a melhor equipa desta divisão, temos de subir!"
"Gera", como todos lhe chamam, é médio ala e habitualmente titular na equipa do Pêro Pinheiro.
Com 10 anos, iniciou o seu percurso, depois do seu pai, também jogador de futebol, ter voltado de Cabo Verde. Por contágio dele, Geraldino Marques ingressou pelo Belas, no qual fez os primeiros anos de formação. Depois do Belas, Porto Salvo foi onde cumpriu o escalão de Infantis. Interrompendo o processo, nos 2 anos seguintes, o jogador fez uma paragem no futebol, devido à incompatibilidade dos estudos com a presença nos treinos. Mas este não foi, de todo, facto que o fizesse ficar para trás em relação aos colegas e, no ano seguinte, voltou a Porto Salvo para, logo depois, no segundo ano de Júniores, incorporar o Casa Pia. Passada uma época, o atleta tinha contracto profissional de 5 anos com o Clube e cumpriu.
Hoje em dia, o número 17 do CAPP é, teoricamente, amador mas o futebol é muito mais que um hobbie para si, pois "tenho um trabalho, mas é isto que eu faço por gosto", disse. O futebol teve de passar a estar à margem de um emprego fixo quando o seu filho nasceu e a "oportunidade de dar o salto" não aconteceu, explicou o médio.
Agora, após alguns anos de experiência adquirida, aquilo de que mais gosta no seu clube actual é "a ambição de subir, estar num grupo só por estar não me agrada muito" , confessou-nos. E aliada a esta meta motivadora está um "excelente balneário, onde são todos palhaços", gargalhou. Esta boa disposição e tranquilidade revelam, implicitamente, um jogador seguro de si, a fazer aquilo que mais gosta de fazer.
O momento que mais significado teve para si, foi quando defrontou o Sporting para a Taça de Portugal. O jogador estava no 1º Dezembro e perdeu por 2 bolas a 0, por isso, o recorda como inesquecível.
O episódio mais amargo foi a época em que, no Casa Pia, desceu da 2ª Divisão B para a 3º Nacional, "foi o ano mais difícil", afirmou Gera.
A curto-prazo a pretensão do médio-avançado é subir de Divisão no Pêro Pinheiro, pois, no seu ver, têm "talvez a melhor equipa do campeonato em termos técnicos".
Em relação a horizontes futuros mais distantes, Geraldino não pensa nisso, prefere encarar o presente. O futuro? "Logo se verá!".
Com 10 anos, iniciou o seu percurso, depois do seu pai, também jogador de futebol, ter voltado de Cabo Verde. Por contágio dele, Geraldino Marques ingressou pelo Belas, no qual fez os primeiros anos de formação. Depois do Belas, Porto Salvo foi onde cumpriu o escalão de Infantis. Interrompendo o processo, nos 2 anos seguintes, o jogador fez uma paragem no futebol, devido à incompatibilidade dos estudos com a presença nos treinos. Mas este não foi, de todo, facto que o fizesse ficar para trás em relação aos colegas e, no ano seguinte, voltou a Porto Salvo para, logo depois, no segundo ano de Júniores, incorporar o Casa Pia. Passada uma época, o atleta tinha contracto profissional de 5 anos com o Clube e cumpriu.
Hoje em dia, o número 17 do CAPP é, teoricamente, amador mas o futebol é muito mais que um hobbie para si, pois "tenho um trabalho, mas é isto que eu faço por gosto", disse. O futebol teve de passar a estar à margem de um emprego fixo quando o seu filho nasceu e a "oportunidade de dar o salto" não aconteceu, explicou o médio.
Agora, após alguns anos de experiência adquirida, aquilo de que mais gosta no seu clube actual é "a ambição de subir, estar num grupo só por estar não me agrada muito" , confessou-nos. E aliada a esta meta motivadora está um "excelente balneário, onde são todos palhaços", gargalhou. Esta boa disposição e tranquilidade revelam, implicitamente, um jogador seguro de si, a fazer aquilo que mais gosta de fazer.
O momento que mais significado teve para si, foi quando defrontou o Sporting para a Taça de Portugal. O jogador estava no 1º Dezembro e perdeu por 2 bolas a 0, por isso, o recorda como inesquecível.
O episódio mais amargo foi a época em que, no Casa Pia, desceu da 2ª Divisão B para a 3º Nacional, "foi o ano mais difícil", afirmou Gera.
A curto-prazo a pretensão do médio-avançado é subir de Divisão no Pêro Pinheiro, pois, no seu ver, têm "talvez a melhor equipa do campeonato em termos técnicos".
Em relação a horizontes futuros mais distantes, Geraldino não pensa nisso, prefere encarar o presente. O futuro? "Logo se verá!".
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