quinta-feira, 26 de abril de 2012

Cuidado com eles!



Historial

2004/2005 Odivelas

2005/2006 Odivelas
Hélder António
Santos Caminho
2006/2007 Odivelas
1990-04-05
(22 anos)
2007/2008 Odivelas
Avançado
2008/2009 Odivelas
Número 7
2009/2010 Cacém

2010/2011 Charneca

2011/2012 CAPP


“Nós esforçamo-nos sempre para dar a volta por cima, não desistimos!”
Hélder Caminho, o mais novo dos avançados do Pêro Pinheiro, iniciou o seu percurso como jogador de futebol no Atlético de Odivelas, com 10 anos. Nessa altura em que se tornou federado, o jovem optou pelo futebol salão, e durante dois anos foi essa a sua realidade. No primeiro ano de Iniciados, Hélder enveredou pelo futebol onze, desta vez, a defender a camisola do Odivelas Futebol Clube, também clube do seu bairro. Depois de aí ter concretizado toda a sua formação, seguiu-se o Atlético Cacém, o Associação Charneca, e finalmente, o Pêro Pinheiro como clubes que o acolheram em sénior.
“Gostei da oferta e tive curiosidade de vir conhecer o pessoal do Pêro Pinheiro. Sabia que era uma boa equipa, que o Clube tinha boas condições e quis experimentar”, explicou Hélder. A convite do Mister Humberto, e por influência de vários amigos do Charneca que também foram para o Clube de Sintra, o jogador pertence hoje ao plantel que considera “unido e com garra para ganhar os jogos”. Apesar dos deslizes e das “desconcentrações” que, por vezes, atraiçoam a equipa e “ao mínimo erro é um golo que o Pêro Pinheiro sofre”, o atleta está num grupo onde a palavra “desistir” não tem lugar, acredita.
Como avançado, o que o faz sentir-se completo é marcar golos: “Sinto uma alegria enorme, muita explosão dentro de mim”. Hélder recorda os golos no futsal e nas camadas jovens que lhe valeram subidas de divisão como os mais marcantes da sua carreira, até aqui.
Actualmente, o jogador também trabalha, apesar de admitir que gostaria que o futebol fosse a sua profissão. “Eu dou sempre o meu melhor para poder fazer aquilo de que realmente gosto, quero criar um futuro no futebol”, disse o rapaz de 22 anos, que ambiciona ter uma vida cheia de “bola nos pés”.
Quando estava no primeiro ano de Juvenis, Hélder foi o melhor marcador do Odivelas e participou, também esse ano, na selecção de Lisboa, momentos em que se sentiu mais feliz no futebol.
Em relação ao facto de não ser titular, tantas vezes quanto as que gostaria, Caminho demonstrou uma grande vontade de trabalhar ainda mais, respeitando as sugestões do treinador. O objectivo é “trabalhar para conseguir um lugar na equipa”, revelou.
Para o futuro, o trabalho e o sucesso fazem-se “no dia-a-dia”, por isso, o destino pensa-se todos os dias, mas uma coisa é certa: Hélder confia na subida de Divisão! “Com este ritmo, com cada um a dar o seu melhor, penso que vamos conseguir”, manifestou o avançado.





Historial

2007/2008 Cacém
Márcio António
Mendes Alves
2008/2009 Lourel
1988-11-06 
 (23 anos)
2009/2010 Agualva
Avançado
2010/2011 Encarnacense
Número 19
2011/2012 Casa Pia
                 CAPP



"É com trabalho que se chega longe!"
Márcio Alves tem 23 anos e está no Pêro Pinheiro desde Dezembro. “Foi um clube que me deu aspirações”, confessou. O avançado já conhecia o Capitão Aguiar, e este foi o seu elo de ligação ao CAPP, depois de ter iniciado a época no Casa Pia.
Com o objectivo pessoal de subir de Divisão este ano, Márcio recorda que o Pêro Pinheiro tem o melhor ataque da Série e que “é a melhor equipa, é a equipa que vai subir”. Para isso, o jovem afirmou que o seu ponto forte, enquanto conjunto, é a “experiência”, pois muitos jogadores que ali jogam “têm muita tarimba” no futebol, “e isso faz toda a diferente nesta divisão”, disse.
Como causa das não-vitórias do Pêro Pinheiro está a desconcentração, segundo ele. Afinal o objectivo é a subida e “há que nunca desviar o olhar desse objectivo”.    
Depois de ter começado o seu caminho como futebolista, com 9 anos, no Cacém, o jovem passou por clubes como o Belenenses, o Oeiras, o Agualva, onde esteve emprestado pelo Cacém, o Encarnacense, o Casa Pia e, por fim, o Pêro Pinheiro. De todos estes clubes, aquele que lhe deus mais alegrias foi o Belenenses, pois, numa só época, o rapaz fez 26 golos.
Os tempos mais difíceis, para ele, foram os seis meses em que esteve lesionado no joelho. Em juniores e no Oeiras, teve a sua pior experiência no futebol, mas o atleta dá “graças a deus” por nunca ter dito uma lesão pior que essa.
“É uma sensação inexplicável e não há nada que iguale isso”, manifestou ele ao falar do que sente quando marca um golo. Avançado sempre foi a posição de Márcio e a sua especialidade sempre foi finalizar jogadas, no entanto, esta época “não está a correr da melhor maneira”, porque lhe tem “faltado um pouco de sorte, mas ela vai aparecer”, acredita. O jogador disse estar num plantel com muita experiência de ataque, mas sublinha também que: “Nunca tive muita oportunidade de mostrar o meu valor, e acho que tenho e muito”.
O futebol já foi a vida do jogador que, na altura em que ingressou pelo Cacém, foi profissional durante um ano. Agora, é um gosto, para além do trabalho de todos os dias. “O futebol é a minha vida, e pode ser que tenha sorte no futuro e volte a ser profissional”.



Historial

2002/2003 Sintrense

2003/2004 Avanca

2004/2005 Samora Correia
Carlos Manuel
Andrade Gomes
2005/2006 Rio Maior
                Beira-mar
1980-05-15
(31 anos)
2006/2007 Atlético CP
                 Gondomar
Avançado
2007/2008 Caldas
Número 23
2008/2009 Pinhalnovense

2009/2010 Carregado
                At. Reguengos

2010/2011 J. Évora
                 Caniçal

2011/2012 Monsanto
                CAPP

“Às vezes sofremos golos infantis, mas acho que vamos dar a volta”
Carlos Gomes é o número 23 do Pêro Pinheiro, e foi uma das últimas contratações para esta temporada.  O avançado começou a época no Monsanto, mas devido à falta de condições que o clube lhe passou a oferecer, acabou por optar pelo CAPP, que já o tinha convidado em Agosto. “Tinham um objectivo, estavam a lutar para subir”, disse ao falar dos motivos pelos quais ingressou pelo clube.
Pela primeira vez na 3ª Divisão, o jogador crê que a sua equipa é uma das melhores a operar nesse patamar, apesar de “faltar alguma sorte para marcar golos”, mas “o calendário, a partir de agora, está a favorecer o Pêro Pinheiro, portanto é não desistir”, confessou-nos. Para si, a subida é uma meta a atingir.
O seu gosto pelo futebol teve início no Samora Correia, transmitido pelos dois irmãos mais velhos de Carlos, também futebolistas. A partir desse momento, o atleta passou por muitos clubes, o que lhe vale hoje a conotação de um dos jogadores que esteve em mais clubes, em Portugal.
No Rio Maior, o jovem admite ter feito “um grande campeonato”, e embora tenha ficado só até Dezembro, isso fez com que ele, no resto da época, fosse para o Beira-Mar. O Beira-Mar estava na 2ª Divisão e subiu, esse ano, para a Primeira Liga. Foi a melhor fase de Carlos no futebol.
A pior fase no seu percurso teve a ver com uma lesão que o fez ficar parado cerca de 4 meses. No Pinhalnovense, Carlos foi operado, e no ano seguinte, no Carregado, a recuperação estava em curso. No entanto, as condições do Carregado não se verificaram favoráveis a ele, e a opção foi abandonar o Clube.
“O futebol para mim é tudo, eu não faço mais nada para além disto”, disse. Como profissional, o Beira-Mar foi o pioneiro, mas só há cerca de 2 anos é que o jogador deixou de ser profissional do futebol. E agora, mesmo sendo amador, esta é uma paixão a tempo inteiro para ele.  
Como ponta de lance que é, o 23 diz que “vive de golos”. Para ele, os golos são “tudo de bom”, e mesmo que não marque, como ultimamente tem acontecido, “o importante é a equipa ganhar”. No Pinhalnovense,  foi onde fez o golo que mais rapidamente lhe vem à memória: “ Foi um chapéu ao guarda-redes, que fez com que a equipa ganhasse 2-1”.
Com 32 anos, Carlos deseja jogar num clube próximo de casa, principalmente, para estar perto da família. "O meu objectivo é ficar aqui por perto, num clube da segunda, segunda B, ou então num clube da 3ª como o Pero Pinheiro que ambições para ir mais longe", afirmou-nos.

Sem comentários:

Enviar um comentário