Historial
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2004/2005
Odivelas
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2005/2006
Odivelas
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Hélder
António
Santos
Caminho
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2006/2007
Odivelas
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1990-04-05
(22
anos)
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2007/2008
Odivelas
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Avançado
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2008/2009
Odivelas
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Número
7
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2009/2010 Cacém
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2010/2011
Charneca
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2011/2012 CAPP
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“Nós esforçamo-nos sempre para dar a volta por cima, não
desistimos!”
Hélder Caminho, o mais novo dos
avançados do Pêro Pinheiro, iniciou o seu percurso como jogador de futebol no
Atlético de Odivelas, com 10 anos. Nessa altura em que se tornou federado, o
jovem optou pelo futebol salão, e durante dois anos foi essa a sua realidade. No
primeiro ano de Iniciados, Hélder enveredou pelo futebol onze, desta vez, a
defender a camisola do Odivelas Futebol Clube, também clube do seu bairro.
Depois de aí ter concretizado toda a sua formação, seguiu-se o Atlético Cacém,
o Associação Charneca, e finalmente, o Pêro Pinheiro como clubes que o
acolheram em sénior.
“Gostei da oferta e
tive curiosidade de vir conhecer o pessoal do Pêro Pinheiro. Sabia que era uma
boa equipa, que o Clube tinha boas condições e quis experimentar”, explicou
Hélder. A convite do Mister Humberto, e por influência de vários amigos do
Charneca que também foram para o Clube de Sintra, o jogador pertence hoje ao
plantel que considera “unido e com garra para ganhar os jogos”. Apesar dos
deslizes e das “desconcentrações” que, por vezes, atraiçoam a equipa e “ao
mínimo erro é um golo que o Pêro Pinheiro sofre”, o atleta está num grupo onde
a palavra “desistir” não tem lugar, acredita.
Como avançado, o que o faz sentir-se completo é marcar
golos: “Sinto uma alegria enorme, muita explosão dentro de mim”. Hélder recorda
os golos no futsal e nas camadas jovens que lhe valeram subidas de divisão como
os mais marcantes da sua carreira, até aqui.
Actualmente, o jogador também trabalha, apesar de admitir
que gostaria que o futebol fosse a sua profissão. “Eu dou sempre o meu melhor
para poder fazer aquilo de que realmente gosto, quero criar um futuro no
futebol”, disse o rapaz de 22 anos, que ambiciona ter uma vida cheia de “bola
nos pés”.
Quando estava no primeiro ano de Juvenis, Hélder foi o
melhor marcador do Odivelas e participou, também esse ano, na selecção de
Lisboa, momentos em que se sentiu mais feliz no futebol.
Em relação ao facto de não ser titular, tantas vezes quanto as que
gostaria, Caminho demonstrou uma grande vontade de trabalhar ainda
mais, respeitando as sugestões do treinador. O objectivo é “trabalhar para
conseguir um lugar na equipa”, revelou.
Para o futuro, o trabalho e o sucesso fazem-se “no dia-a-dia”,
por isso, o destino pensa-se todos os dias, mas uma coisa é certa: Hélder
confia na subida de Divisão! “Com este ritmo, com cada um a dar o seu melhor, penso que vamos conseguir”, manifestou o avançado.
Historial
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2007/2008 Cacém
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Márcio
António
Mendes
Alves
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2008/2009
Lourel
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1988-11-06
(23 anos)
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2009/2010
Agualva
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Avançado
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2010/2011
Encarnacense
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Número
19
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2011/2012
Casa Pia
CAPP
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"É com trabalho que se chega longe!"
Márcio Alves tem 23
anos e está no Pêro Pinheiro desde Dezembro. “Foi um clube que me deu
aspirações”, confessou. O avançado já conhecia o Capitão Aguiar, e este foi o
seu elo de ligação ao CAPP, depois de ter iniciado a época no Casa Pia.
Com o objectivo
pessoal de subir de Divisão este ano, Márcio recorda que o Pêro Pinheiro tem o
melhor ataque da Série e que “é a melhor equipa, é a equipa que vai subir”.
Para isso, o jovem afirmou que o seu ponto forte, enquanto conjunto, é a “experiência”,
pois muitos jogadores que ali jogam “têm muita tarimba” no futebol, “e isso faz
toda a diferente nesta divisão”, disse.
Como causa das
não-vitórias do Pêro Pinheiro está a desconcentração, segundo ele. Afinal o
objectivo é a subida e “há que nunca desviar o olhar desse objectivo”.
Depois de ter
começado o seu caminho como futebolista, com 9 anos, no Cacém, o jovem passou
por clubes como o Belenenses, o Oeiras, o Agualva, onde esteve emprestado pelo
Cacém, o Encarnacense, o Casa Pia e, por fim, o Pêro Pinheiro. De todos estes
clubes, aquele que lhe deus mais alegrias foi o Belenenses, pois, numa só
época, o rapaz fez 26 golos.
Os tempos mais
difíceis, para ele, foram os seis meses em que esteve lesionado no joelho. Em juniores
e no Oeiras, teve a sua pior experiência no futebol, mas o atleta dá “graças a
deus” por nunca ter dito uma lesão pior que essa.
“É uma sensação
inexplicável e não há nada que iguale isso”, manifestou ele ao falar do que
sente quando marca um golo. Avançado sempre foi a posição de Márcio e a sua
especialidade sempre foi finalizar jogadas, no entanto, esta época “não está a
correr da melhor maneira”, porque lhe tem “faltado um pouco de sorte, mas ela
vai aparecer”, acredita. O jogador disse estar num plantel com muita
experiência de ataque, mas sublinha também que: “Nunca tive muita oportunidade
de mostrar o meu valor, e acho que tenho e muito”.
O futebol já foi a
vida do jogador que, na altura em que ingressou pelo Cacém, foi profissional
durante um ano. Agora, é um gosto, para além do trabalho de todos os dias. “O
futebol é a minha vida, e pode ser que tenha sorte no futuro e volte a ser
profissional”.
Historial
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2002/2003 Sintrense
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2003/2004 Avanca
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2004/2005 Samora Correia
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Carlos Manuel
Andrade Gomes
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2005/2006 Rio Maior
Beira-mar
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1980-05-15
(31 anos)
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2006/2007 Atlético CP
Gondomar
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Avançado
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2007/2008 Caldas
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Número 23
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2008/2009 Pinhalnovense
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2009/2010 Carregado
At.
Reguengos
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2010/2011 J. Évora
Caniçal
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2011/2012 Monsanto
CAPP
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“Às vezes sofremos
golos infantis, mas acho que vamos dar a volta”
Carlos Gomes é o número
23 do Pêro Pinheiro, e foi uma das últimas contratações para esta temporada. O avançado começou a época no Monsanto, mas devido
à falta de condições que o clube lhe passou a oferecer, acabou por optar pelo
CAPP, que já o tinha convidado em Agosto. “Tinham um objectivo, estavam a lutar
para subir”, disse ao falar dos motivos pelos quais ingressou pelo clube.
Pela primeira vez na
3ª Divisão, o jogador crê que a sua equipa é uma das melhores a operar nesse
patamar, apesar de “faltar alguma sorte para marcar golos”, mas “o calendário,
a partir de agora, está a favorecer o Pêro Pinheiro, portanto é não desistir”,
confessou-nos. Para si, a subida é uma meta a atingir.
O seu gosto pelo
futebol teve início no Samora Correia, transmitido pelos dois irmãos mais
velhos de Carlos, também futebolistas. A partir desse momento, o atleta passou
por muitos clubes, o que lhe vale hoje a conotação de um dos jogadores que
esteve em mais clubes, em Portugal.
No Rio Maior, o jovem
admite ter feito “um grande campeonato”, e embora tenha ficado só até Dezembro,
isso fez com que ele, no resto da época, fosse para o Beira-Mar. O Beira-Mar
estava na 2ª Divisão e subiu, esse ano, para a Primeira Liga. Foi a melhor fase
de Carlos no futebol.
A pior fase no seu
percurso teve a ver com uma lesão que o fez ficar parado cerca de 4 meses. No
Pinhalnovense, Carlos foi operado, e no ano seguinte, no Carregado, a
recuperação estava em curso. No entanto, as condições do Carregado não se
verificaram favoráveis a ele, e a opção foi abandonar o Clube.
“O futebol para mim é
tudo, eu não faço mais nada para além disto”, disse. Como profissional, o
Beira-Mar foi o pioneiro, mas só há cerca de 2 anos é que o jogador deixou de
ser profissional do futebol. E agora, mesmo sendo amador, esta é uma paixão a
tempo inteiro para ele.
Como ponta de lance
que é, o 23 diz que “vive de golos”. Para ele, os golos são “tudo de bom”, e
mesmo que não marque, como ultimamente tem acontecido, “o importante é a equipa
ganhar”. No Pinhalnovense, foi onde fez
o golo que mais rapidamente lhe vem à memória: “ Foi um chapéu ao guarda-redes,
que fez com que a equipa ganhasse 2-1”.
Com 32 anos, Carlos
deseja jogar num clube próximo de casa, principalmente, para estar perto da família. "O meu objectivo é ficar aqui por perto, num clube da segunda, segunda B, ou
então num clube da 3ª como o Pero Pinheiro que ambições para ir mais longe",
afirmou-nos.
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