quarta-feira, 14 de março de 2012

Defesa de Magia




Historial
Luís Erikson
2007/2008 Montelavar
Gonçalves Vaz
2008/2009 Caneças
30-04-1984
2009/2010 Bocal
(27 anos)
2010/2011 Venda Pinheiro
Defesa
2011/2012 Pêro Pinheiro
Número 11

                                                    


Acho que já mostrámos que podemos ir muito mais longe”

 Luís Vaz nasceu na Guiné-Bissau, mas desde há muito que o seu país é Portugal. Com ele nasceu também o gosto pelo futebol e a vontade de o encarar de uma forma mais “séria”.
“Comecei a defesa direito, depois mudaram-me para o meio campo e depois passei a número dez, a partir daí fui sempre recuando no terreno, mas tudo depende do mister”, revela o jogador que normalmente é médio. No entanto, nos últimos jogos, devido à ausência de Runa e Aguiar, o treinador Rui Paulo tem-no colocado a defesa central, posição a que Luís se tem adaptado bem.
Pela primeira vez a defender as cores do clube de Pêro Pinheiro, o número 11 assume que é essencial ter “força de vontade, querer e jogar pela equipa, pois todos nós temos capacidades, e em comparação com as outras equipas, acho que podemos chegar mais longe”.
Mas o jogador de 27 anos não se prende só pelo futebol clássico e representa também a Selecção de Futebol Praia com a qual tem participado em torneios e até no europeu.
Ambicioso, Luís quer ir “cada vez mais além”.



Historial
Carlos Eduardo
2002/2003 Estoril
Soares Noronha Ribeiro (Kadu)
2003/2004 At. Cacém
13-11-1983
2004/2005 At. Cacém
(28 anos)
2005/2006 At. Cacém
Defesa
2006/2007 At. Cacém
Número 13
2007/2008 Igreja-Nova

2008/2009 Igreja-Nova

2009/2010 Igreja-Nova

2010/2011 Pêro Pinheiro

2011/2012 Pêro Pinheiro

“Se acreditarmos em nós tudo é possível”

O percurso futebolístico de Kadu começou talvez muito por influência dos pais, “sempre me transmitiram o gosto pelo futebol”, mas rapidamente ganhou pés por si próprio. Hoje o jovem é o defesa esquerdo habitual da equipa sénior do Pêro Pinheiro, depois de ter feito as camadas jovens no Carcavelos, Tires e Estoril, o jogador teve no Cacém e seguidamente no Igreja-Nova.
Encarando o futebol como “um gosto maior”, as memórias que mais saudades lhe trazem são as subidas de divisão no Cacém, no Igreja-Nova e o ano passado no Pêro Pinheiro. Para não fugir à regra e continuar a fazer história no Clube, o defesa quer repetir o facto esta época e considera que a equipa “tem todas as hipóteses para o concretizar”: “O clube é agradável, o grupo é bom”.
O futebol funciona de forma complementar na vida de Kadu, para além da actividade profissional que exerce, e , muitas vezes,  é a mulher “que suporta um pouco esta situação”.



Historial
Nuno Américo
2006/2007 Lourel
22-06-1983
2007/2008 Lourel
(28 anos)
2008/2009 Lourel
Defesa
2009/2010 Pêro Pinheiro
Número 16
2010/2011 Pêro Pinheiro

2011/2012 Pêro Pinheiro

    
“Sou um pouco insistente, apesar das lesões estou aqui”

“Por embirração de colegas”, que insistiram para que fosse fazer captações, Nuno Américo começou no Real Sport Clube, em Massamá, com 13 anos, embora o seu gosto pelo futebol tivesse começado antes, mas de forma não concretizada.
Depois de ter passado pelo Lourel, clube que representou durante várias épocas, o jovem chegou ao Pêro Pinheiro e o ano passado no clube viveu um dos mais tristes momentos da sua carreira. Nuno lesionou-se no jogo contra o Montelavar e esteve parado um ano e três meses. “Foi muito complicado, sinceramente foi algo que nunca imaginei passar e é preciso mesmo muita força de vontade para não desistir”, disse o defesa ao reflectir sobre a fase complicada por que passou. No entanto, com o apoio da família e dos amigos Américo está de volta aos relvados.
Em Fevereiro deste ano, o jogador foi inscrito na Federação Portuguesa de Futebol, facto que o deixou surpreendido: “Não estava á espera, porque pensei que já fosse tarde, e como em Dezembro vieram mais reforços para a equipa, pensei que já não houvesse lugar para mim”. Como um fôlego e motivação para o jogador, esta inscrição veio dar sentido ao esforço que tanto tem feito. “Assim tenho um objectivo em vir treinar já não é treino para manter a forma, agora já tenho a possibilidade de ser convocado”.
Hoje em dia, as suas ambições passam por voltar aos jogos, facto que “ainda não aconteceu, mas espero que esteja para breve”, fazer sempre o melhor possível, não contrair mais lesões e, principalmente, “desfrutar do prazer de jogar à bola”.


                              

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