Historial
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Luís Erikson
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2007/2008 Montelavar
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Gonçalves Vaz
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2008/2009 Caneças
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30-04-1984
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2009/2010 Bocal
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(27 anos)
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2010/2011 Venda Pinheiro
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Defesa
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2011/2012 Pêro Pinheiro
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Número 11
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“Acho que já mostrámos que podemos ir muito
mais longe”
Luís Vaz nasceu na Guiné-Bissau, mas desde há muito que o seu
país é Portugal. Com ele nasceu também o gosto pelo futebol e a vontade de o
encarar de uma forma mais “séria”.
“Comecei a defesa direito, depois
mudaram-me para o meio campo e depois passei a número dez, a partir daí fui
sempre recuando no terreno, mas tudo depende do mister”, revela o jogador que
normalmente é médio. No entanto, nos últimos jogos, devido à ausência de Runa
e Aguiar, o treinador Rui Paulo tem-no colocado a defesa central, posição a que
Luís se tem adaptado bem.
Pela primeira
vez a defender as cores do clube de Pêro Pinheiro, o número 11 assume que é
essencial ter “força de vontade, querer
e jogar pela equipa, pois todos nós temos capacidades, e em comparação com
as outras equipas, acho que podemos chegar mais longe”.
Mas o jogador de 27 anos não se
prende só pelo futebol clássico e representa também a Selecção de Futebol Praia
com a qual tem participado em torneios e até no europeu.
Ambicioso, Luís quer ir “cada vez
mais além”.
Historial
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Carlos Eduardo
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2002/2003 Estoril
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Soares Noronha Ribeiro (Kadu)
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2003/2004 At. Cacém
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13-11-1983
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2004/2005 At. Cacém
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(28 anos)
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2005/2006 At. Cacém
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Defesa
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2006/2007 At. Cacém
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Número 13
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2007/2008 Igreja-Nova
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2008/2009 Igreja-Nova
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2009/2010 Igreja-Nova
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2010/2011 Pêro Pinheiro
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2011/2012 Pêro Pinheiro
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“Se acreditarmos em nós tudo é
possível”
O percurso futebolístico de Kadu
começou talvez muito por influência dos pais, “sempre me transmitiram o gosto
pelo futebol”, mas rapidamente ganhou pés por si próprio. Hoje o jovem é o
defesa esquerdo habitual da equipa sénior do Pêro Pinheiro, depois de ter feito
as camadas jovens no Carcavelos, Tires e Estoril, o jogador teve no Cacém e
seguidamente no Igreja-Nova.
Encarando o futebol como “um gosto
maior”, as memórias que mais saudades lhe trazem são as subidas de divisão no
Cacém, no Igreja-Nova e o ano passado no Pêro Pinheiro. Para não fugir à regra
e continuar a fazer história no Clube, o defesa quer repetir o facto esta época
e considera que a equipa “tem todas as hipóteses para o concretizar”: “O clube
é agradável, o grupo é bom”.
O futebol funciona de forma
complementar na vida de Kadu, para além da actividade profissional que exerce,
e , muitas vezes, é a mulher “que suporta
um pouco esta situação”.
Historial
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Nuno Américo
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2006/2007 Lourel
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22-06-1983
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2007/2008 Lourel
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(28 anos)
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2008/2009 Lourel
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Defesa
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2009/2010 Pêro Pinheiro
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Número 16
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2010/2011 Pêro Pinheiro
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2011/2012 Pêro Pinheiro
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“Sou um pouco insistente, apesar das
lesões estou aqui”
“Por embirração de colegas”, que
insistiram para que fosse fazer captações, Nuno Américo começou no Real Sport
Clube, em Massamá, com 13 anos, embora o seu gosto pelo futebol tivesse
começado antes, mas de forma não concretizada.
Depois de ter passado pelo Lourel,
clube que representou durante várias épocas, o jovem chegou ao Pêro Pinheiro e
o ano passado no clube viveu um dos mais tristes momentos da sua carreira. Nuno
lesionou-se no jogo contra o Montelavar e esteve parado um ano e três meses. “Foi
muito complicado, sinceramente foi algo que nunca imaginei passar e é preciso
mesmo muita força de vontade para não desistir”, disse o defesa ao reflectir
sobre a fase complicada por que passou. No entanto, com o apoio da família e
dos amigos Américo está de volta aos relvados.
Em Fevereiro deste ano, o jogador foi
inscrito na Federação Portuguesa de Futebol, facto que o deixou surpreendido: “Não
estava á espera, porque pensei que já fosse tarde, e como em Dezembro vieram
mais reforços para a equipa, pensei que já não houvesse lugar para mim”. Como
um fôlego e motivação para o jogador, esta inscrição veio dar sentido ao
esforço que tanto tem feito. “Assim tenho um objectivo em vir treinar já não é
treino para manter a forma, agora já tenho a possibilidade de ser convocado”.
Hoje em dia, as suas ambições passam
por voltar aos jogos, facto que “ainda não aconteceu, mas espero que esteja
para breve”, fazer sempre o melhor possível, não contrair mais lesões e,
principalmente, “desfrutar do prazer de jogar à bola”.
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